quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA PARA FESTIVIDADES

 


Se vai receber convidados em casa, estará exposto a diferentes níveis de contágio, pois de acordo com a Fiocruz (2020), nenhuma medida é capaz de impedir totalmente a transmissão da Covid-19. A partir disso, a Fiocruz lista uma série de recomendações que devem ser seguidas ao receber amigos e/ou familiares no intuito de melhor prevenir a exposição de todos ao vírus.

Portanto, para diminuir os riscos, siga as orientações a seguir (FIOCRUZ, 2020).

1.    Use máscara sempre que não estiver comendo ou bebendo;

2.    Tenha um saco para guardar a máscara quando estiver comendo ou bebendo e a mantenha limpa e seca entre os usos;

3.    Tenha uma máscara limpa extra, para o caso de necessidade de troca (tempo de uso, umidade ou sujeira);

4.    Evite aglomerações e mantenha a distância de, pelo menos, 2 metros entre os participantes;

5.    Evite apertos de mão ou abraços;

6.    Dê preferência a locais abertos ou bem ventilados. Evite o uso de ar-condicionado;

7.    Lave as mãos com frequência durante o evento com água e sabão ou use álcool;

8.    Não compartilhe objetos, como talheres ou copos;

9.    Após tocar em objetos que estejam sendo compartilhados com outros convidados (ex: utensílios para servir a comida, jarras e garrafas), lave as mãos com água e sabão ou álcool.

 

Além disso, a Fiocruz também disponibiliza orientações quanto ao ambiente e aos convidados. São elas:

1.    Limite o número de convidados de acordo com o tamanho do espaço, permitindo que as pessoas mantenham distância de 2 metros entre si;

2.    Oriente seus convidados a levarem suas próprias máscaras;

3.    Evite música alta para que as pessoas não tenham que gritar ou falar alto. Caso alguém esteja contaminado com o vírus, lançará um número maior de partículas virais no ambiente;

4.    Dê preferência a locais abertos ou bem ventilados. Evite o uso de ar condicionado;

5.    Não deixe que os convidados formem filas para serem servidos;

6.    Oriente os convidados a não se sentarem todos reunidos na hora da ceia. Organize espaços separados para pessoas que moram juntas;

7.    Tenha sabão e papel para secagem de mãos disponíveis no banheiro. Evite o uso de tolhas de pano;

8.    Disponibilize álcool em gel nos ambientes;

9.    Utilize lixeiras com pedais para que as pessoas descartem seus lixos sem precisar colocar as mãos na tampa. Lave as mãos após esvaziar a lata de lixo.

 

REFERÊNCIA

BRASIL. Covid-19: preservar a vida é o melhor presente neste fim de ano. Disponível em:https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/u35/_cartilha_cuidados_final-de-ano_2020-12-15.pdf Acesso em: 18 de dezembro de 2020

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

DISFAGIA E DESNUTRIÇÃO EM IDOSOS

 


As mudanças fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento acometem diversos mecanismos, incluindo o processo de deglutição. Muitas vezes elas ocorrem de forma gradual, sendo possível ao idoso se adaptar a essas novas condições sem que haja interferência no estado físico, nutricional e pulmonar deste indivíduo.


No entanto, a associação destas mudanças a outras comorbidades, coloca este indivíduo idoso no grupo de risco para disfagia e desnutrição. Mas o que seria a disfagia ? Carvalho e Sales (2014) afirmam que a Disfagia é qualquer dificuldade na efetiva condução do alimento da boca até o estômago por meio das fases inter-relacionadas, comandadas por um complexo mecanismo neuromotor.


Trata-se de uma condição clínica que deve ser abordada interdisciplinarmente por médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas e enfermeiros, uma vez que cada profissional contribui de forma interdependente para a melhora do paciente.


Como consequência da Disfagia, a pessoa pode sofrer de desnutrição, desidratação e pneumonia (por aspiração), sendo essa pneumonia responsável por 50% das mortes em idosos.


Descrição dos diferentes graus da disfagia a partir da avaliação fonoaudiológica realizada, seguido do tipo de dieta sugerida e suas principais características

DEGLUTIÇÃO E DISFAGIA

TIPO DE DIETA

CARACTERÍSTICAS DA DIETA

Deglutição Normal

Normal

Inclui todos os alimentos e todas as texturas

Deglutição Funcional

Branda

Alimentos macios que requerem certa habilidade de mastigação, como carnes cozidas e úmidas, verduras e legumes cozidos, pães e frutas macios. Exclui alimentos de difícil mastigação ou que tendem a se dispersar na cavidade oral, como os secos (farofa), as verduras e os legumes crus, os grãos etc., bem como as misturas de consistências (canja de galinha e feijão com caldo e caroço).

Disfagia Clínica

Dieta Pastosa

Alimentos bem cozidos, em pedaços ou não, que requerem pouca habilidade de mastigação, como arroz pastoso, carnes e legumes bem cozidos, picados ou desfiados, pães macios e sopas cremosas e/ou com pedaços de legumes bem cozidos ou batidos. Líquidos podem ser espessados ou não. Pode haver necessidade de suplementação nutricional.

Disfagia de leve a moderada

Pastosa homogênea

Alimentos cozidos e batidos, coados e peneirados formando uma preparação homogênea e espessa. Ausência de grumos. Ex: Purês, mingaus, líquidos espessados. Pode haver necessidade de suplementação nutricional da alimentação.

 

Disfagia Grave

Dieta Enteral

Via oral suspensa e necessidade de dieta enteral exclusiva

 

 REFERÊNCIA

CARVALHO, B.; SALES, D.,S. Disfagia & Desnutrição. 2014 Disponível em: https://sbgg.org.br/wp-content/uploads/2014/10/especial.pdf Acesso em 26 de novembro de 2020


sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

DEMÊNCIA E A PERDA AUDITIVA NO IDOSO


Sabe-se que o processo de envelhecimento populacional é um fenômeno fisiológico e, com esse processo, muitas alterações passam a ser observadas: algumas fisiológicas e outras patológicas, que promoverão mudanças nos aspectos biopsicossociais.


Dentre as alterações do processo de envelhecimento, a Associação Brasileira de Alzheimer afirma que a perda auditiva é a alteração mais comum dessa população. A presbiacusia, isto é, a diminuição auditiva relacionada ao envelhecimento, por alterações degenerativas é um fenômeno comum a partir dos 50 anos.


De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (2020), esse tipo de perda se caracteriza principalmente pela progressão lenta, geralmente bilateral, piora da sensibilidade auditiva e declínio da compreensão de fala.


Nos últimos anos, tem surgido cada vez mais evidências da existência de uma associação entre a presbiacusia e o declínio cognitivo, de modo que estas evidências poderão levar ao desenvolvimento de novas abordagens na prevenção das demências.


Nessa perspectiva, torna-se necessário intervenções educativas para prevenção de perda auditiva decorrente da exposição a barulho excessivo; assim como intervenções com estimulação auditiva, fazendo uso de dispositivos como aparelhos auditivos ou implantes cocleares, aplicadas precocemente no curso da perda auditiva, poderão atenuar o declínio cognitivo e mesmo retardar o desenvolvimento ou a progressão da demência.

 

REFERÊNCIA

BRASIL. Associação Brasileira de Alzheimer. Demência e perda auditiva. Disponível em: https://abraz.org.br/2020/2020/11/13/deme%CC%82ncia-e-perda-auditiva/ Acesso em 26 de novembro de 2020.

 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

DIABETES E DOENÇA DE ALZHEIMER


 

De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (2020), o Diabetes Mellitus e a Doença de Alzheimer (DA) têm sua incidência relacionada com o fator idade, uma vez que as doenças crônicas são mais prevalentes com o avanço da idade. O diagnóstico de Diabetes tem sido relacionado com o declínio cognitivo e um maior risco de desenvolver demências, como a Doença de Alzheimer.


A doença de Alzheimer influencia negativamente o metabolismo da Glicose, o que faz com que ocorra o aparecimento de um ciclo que induz alteração no comportamento, síndrome de fragilidade e distúrbios de memória.


A presença do Diabetes na Doença de Alzheimer pode acelerar o processo de neurodegeneração e, nessa situação, as células nervosas passam a funcionar de forma inadequada, resultando em: ALTERAÇÕES COGNITIVAS.


Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (2020), inúmeros estudos têm demonstrado um aumento significativo do risco de desenvolver demência tanto em homens como em mulheres que desenvolveram diabetes tipo 2; com um dos estudos mostrando que homens com baixa produção de insulina aos 50 anos apresentavam maior probabilidade de desenvolver DA do que aqueles com produção normal de insulina.


Os pesquisadores também identificaram que o risco para demência aumenta de acordo com a duração e a gravidade do diabetes. Dessa forma, destacam-se as medidas de PREVENÇÃO a essas duas condições como prioritárias.


A fisioterapia tem um papel extremamente importante tanto na prevenção quanto no tratamento, uma vez que as atividades realizadas pelo fisioterapeuta podem promover estabilidade nos níveis glicêmicos, além de estimular diversos domínios cognitivos.

 

REFERÊNCIA

BRASIL. Associação Brasileira de Alzheimer. Diabetes e Doença de Alzheimer. Disponível em: https://abraz.org.br/2020/2020/11/20/diabetes-e-doenc%CC%A7a-de-alzheimer-da/ Acesso em 25 de novembro de 2020

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

CUIDADOS PÓS QUARENTENA

 CUIDADOS COM MARMITAS

 


    





















SELF-SERVICE





















DELIVERY




















REFERÊNCIA 

OLIVEIRA, G.M.M. et al. Como cuidar do seu coração na pandemia do COVID-19: Recomendações Médicas e Nutrucionais. Depois da Quarentena. v.1, p.23. 2020 Disponível em: https://ebeb689f-d018-4e44-b10b-4c57f4013477.filesusr.com/ugd/a8daef_30db73125f60421c9cf9dcae0f9a2517.pdf Acesso em 21 de outubro de 2020


quarta-feira, 18 de novembro de 2020

INDICAÇÃO DO USO DE FRALDAS EM IDOSOS


 

O uso de fraldas pode ser permanente ou temporário e uma das causas da sua indicação são os aparecimentos dos problemas de saúde, por exemplo, o idoso pode perder a capacidade de controle das fezes e/ou da urina e acabar precisando da fralda por um período de tempo ou por tempo indeterminado.


Nesses casos, é importante estimular retomada do controle dessas eliminações. Por exemplo, se o idoso está com dificuldade de “segurar” as fezes ou urina por muito tempo, o cuidador deve levá-lo ao banheiro sempre que ele sentir vontade, mesmo que dê trabalho.


O melhor é levá-la ao banheiro antes dele sentir vontade, fazendo isso em intervalos regulares e alguns minutos após a ingestão de líquidos. Isso fará com que a pessoa, que no momento está necessitando usar fraldas, possa, gradualmente, voltar a ter o controle de suas eliminações.


Quanto mais tempo a pessoa usar fraldas após um problema de saúde, mais chance tem de não conseguir viver sem elas. Ou seja, quanto antes ela retomar seu controle em relação às eliminações, melhor.


É preciso ficar atento para que os casos temporários de uso de fraldas não virem permanentes. O escape de urina ou de fezes não faz parte do processo de envelhecimento normal. Caso ocorra, um médico deverá ser consultado.


REFERÊNCIA

CAMARGO, M.E.B.; SILVA, M.C.S. Cuidados no uso de fraldas em pessoas idosas: Informações para familiares e cuidadores. Indicação do uso de fraldas. Porto Alegre. Moriá. n.1, p. 5. 2020 Disponível em: https://sbgg.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Cartilha-Cuidados-no-Uso-de-Fraldas-em-Pessoas-Idosas-2.pdf Acesso em: 27 de outubro de 2020

 

domingo, 8 de novembro de 2020

HIGIENIZAÇÃO DOS ALIMENTOS E EMBALAGENS NA PREVENÇÃO DA COVID-19


 

A contaminação é a presença de substâncias (metais pesados, toxinas...) e/ou microrganismos (parasitas, bactérias e vírus) em alimentos que sejam considerados prejudiciais para a nossa saúde. Isso acontece quando mexemos e preparamos o alimento de forma errada.


Por meio dessa contaminação, algumas doenças podem ser transmitidas, como por exemplo, a gastroenterite (“dor de barriga”), uma das mais conhecidas pela população. Para evitar a contaminação e suas doenças, é preciso manter a higiene do lugar onde guardamos e preparamos a comida, assim como a nossa própria higiene.


Com a pandemia do coronavírus, as pessoas ficaram em dúvida se esse vírus poderia ser transmitido por alimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quando houve uma avaliação desse risco em outras epidemias causadas por vírus da mesma familia, concluiu que não havia transmissão via alimento.


Além disso, o coronavírus precisa de um hospedeiro (animal ou humano) para se desenvolver. O contágio do vírus pode acontecer por contato próximo a pessoas infectadas ou por meio de superfícies e objetos contaminados.


De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus pode durar de poucas horas a dias (dependendo da superfície, da temperatura, umidade e do ambiente contaminado).


Logo, um modo de evitar o contágio desse e de outros microrganismos é cuidando da higiene pessoal e demais cuidados ao manipular os alimentos.

 

 

REFERÊNCIA

OLIVEIRA, G.M.M. et al. Como cuidar do seu coração na pandemia do COVID-19: Recomendações Médicas e Nutrucionais. Higinenização de Alimentos e Embalagens. v.1, p.15. 2020 Disponível em: https://ebeb689f-d018-4e44-b10b-4c57f4013477.filesusr.com/ugd/a8daef_30db73125f60421c9cf9dcae0f9a2517.pdf Acesso em 21 de outubro de 2020

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

DOR EM IDOSOS COM DOENÇA DE ALZHEIMER


 

No idoso, a dor tem sido cada vez mais compreendida como um contexto mais amplo, considerando questões espirituais, emocionais e sociais. Cientificamente a dor é descrita como:

uma experiência sensorial e emocional desagradável resultante de traumas ou lesões físicas”

O idoso com Doença de Alzheimer se encontra em uma situação diferente pois sua percepção dolorosa pode estar alterada frente às alterações neuropatológicas próprias da doença. A perda de memória também afeta sua capacidade de descrever adequadamente a localização, frequência e intensidade da dor.


Por isso, conhecer esses parâmetros é fundamental para o correto tratamento e alívio da dor. Nas fases avançadas da doença de Alzheimer, é comum o paciente perder sua habilidade de comunicação tornando-se mais difícil a sinalização de uma dor.


Nestes casos, a dor deve ser investigada diante de outras expressões corpóreas como:

  •  mudanças de padrões de atividade ou das rotinas diárias do idoso;
  •  expressões faciais;
  •   sons emitidos pelo paciente como choros ou gemidos; 
  •  postura protetora de alguma região do corpo;
  •   Recusa de alimento;
  •   mudança de apetite; 
  •   Agitações;
  • Dependendo da intensidade da dor, a frequência cardíaca e a frequência respiratória podem estar alteradas

 

 

REFERÊNCIA

BRASIL. Associação Brasileira de Alzheimer. Dor em pessoas idosas com Doença de Alzheimer. Disponível em: https://abraz.org.br/2020/2019/11/08/dor-em-pessoas-idosas-com-doenca-de-alzheimer/ Acesso em 25 de setembro de 2020

 

domingo, 18 de outubro de 2020

INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA NO IDOSO COM DOENÇA DE ALZHEIMER


 

De acordo com a vice presidente da Associação Brasileira de Alzheimer do estado da Paraíba (ABRAz-PB), psicóloga especialista em Neuropsicologia, quando um psicólogo é chamado para avaliar um idoso diagnosticado com Doença de Alzheimer, dependendo da fase pode-se encontrar alterações psicológicas como Depressão ou muitas vezes alterações comportamentais de difícil controle.


Além disso, soma-se também a presença de um cuidador ou familiar que necessita de orientação de como lidar com as situações cotidianas e que também precisa de cuidados. Por isso, na primeira visita é fundamental conhecer a história de saúde mental e comportamental do idoso avaliado.


Segundo a psicóloga, não são raros os relatos de que os idosos se sentem sozinhos e recebem poucas visitas dos filhos e parentes e, quando recebem, é por pouco tempo.


Há evidências e na prática clínica é visto que os idosos são responsivos às intervenções psicológicas. Sabendo disso, é indispensável que o psicólogo se familiarize com as necessidades diárias e isso inclui:

Ø  Entender o seu funcionamento cognitivo (memória, atenção, habilidade) e características individuais.

Ø  Manter contato com a família para entender e se adaptar à nova realidade.

Ø  Trabalhar em si a sensibilidade e estar atento às condições de saúde que pioram o estado depressivo do idoso.

Ø   Aceitar os limites e procurar não discutir – e, sim, conversar, ouvir suas angústias.

Ø  Estabelecer uma boa rotina para um ajustamento às mudanças necessárias e para a redução dos fatores de estresse.


Não se pode esquecer que uma intervenção psicológica no idoso depende da intervenção familiar conjunta, para estabelecer uma relação que traga confiança, otimize a intervenção farmacológica e favoreça reação positiva no tratamento.


REFERÊNCIA

BRASIL. Associação Brasileira de Alzheimer. Intervenção psicológica no idoso. Disponível em: https://abraz.org.br/2020/2019/12/20/intervencao-psicologica-no-idoso/ Acesso em 24 de setembro de 2020

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

A FAMÍLIA E O ALZHEIMER


 

Ao descobrir que um membro da família foi diagnosticado com Doença de Alzheimer isso não pode ser ignorado, porque é uma doença que afeta a vida todos os membros da família e não somente da pessoa diagnosticada. Isso porque o impacto do diagnóstico abala os “alicerces” antes construídos pela família. Além disso, por ser uma doença que diminui a autonomia da pessoa, a família deve ser um agente facilitador na jornada que se inicia com o diagnóstico.


É certo que a percepção dos familiares quanto a aparição de sintomas da doença possa ocorrer de forma lenta, uma vez que os mesmos podem achar que um lapso de memória do idoso, possa ser apenas por conta do processo natural de envelhecimento.


Torna-se necessário ter mais empatia e afeto pelo familiar vivendo com a demência para que possa oferecer cuidados apropriados, pois:

É inevitável que uma nova dinâmica familiar se instaure afetando quem recebe os cuidados e quem cuida”

 

A busca por informação se torna mais relevante, visto que a doença evolui e requer decisões inteligentes. 

REFERÊNCIA

BRASIL. Associação Brasileira de Alzheimer. A família e o Alzheimer. Disponível em : https://abraz.org.br/web/2020/09/04/a-familia-e-o-alzheimer/ Acesso em 24 de setembro de 2020