sexta-feira, 5 de junho de 2026

Os principais benefícios da auriculoterapia para idosos

 

Você já ouviu falar da auriculoterapia? 

Essa técnica é uma técnica milenar, que faz parte da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), utiliza pontos específicos da orelha para auxiliar no equilíbrio do organismo e promover saúde e bem-estar. Segundo a MTC a orelha funciona como um pequeno “mapa” do corpo, e o estímulo em determinadas regiões pode contribuir para aliviar sintomas físicos e emocionais em todo o organismo (Carniel, 2022).

Na terceira idade, em que a busca por qualidade de vida e conforto se torna ainda mais importante, a auriculoterapia surge como uma prática integrativa complementar bastante valiosa (Carniel, 2022). 

Como a auriculoterapia pode ajudar o idoso?

Alívio da dor crônica: muitos idosos convivem com dores constantes, principalmente nas costas, joelhos e articulações. Diversos estudos mostram que a auriculoterapia auxilia na redução dessas dores, melhorando a qualidade de vida (Cruz, 2018);

Redução da ansiedade e do estresse: o envelhecimento traz grandes desafios emocionais. Essa técnica ajuda no relaxamento, reduzindo os sintomas de ansiedade e tensão (Cruz, 2018);

Melhora da qualidade do sono: a insônia e o sono interrompido são frequentes na terceira idade. O estímulo de pontos específicos pode ajudar a acalmar a mente e favorecer um sono mais tranquilo e restaurador (Cruz, 2018);

Relaxamento muscular: a auriculoterapia também auxilia na diminuição da tensão muscular e pode beneficiar idosos que convivem com rigidez articular ou artrose (Cruz, 2018). 

Segura e acessível

Além de ser uma prática de baixo custo, a auriculoterapia é considerada segura e pouco invasiva, principalmente quando realizada com sementes ou pequenas esferas adesivas. Quando aplicada por profissionais capacitados, pode ser uma grande aliada no cuidado integral da pessoa idosa. É uma forma de oferecer dignidade e bem-estar, permitindo que o idoso participe ativamente do seu processo de cuidado (Carniel, 2022).

Referências

CRUZ, B. B. C. C. Uso da auriculoterapia em idosos com dor crônica: revisão integrativa. Fortaleza: UFC, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/38378/1/2018_tcc_bbcccruz.pdf

CARNIEL, R. K.; et al.Revista Saúde em Redes A auriculoterapia como cuidado singular em saúde da população idosa. , v. 8, n. 2, 2022. Disponível em: https://revista.redeunida.org.br/index.php/rede-unida/article/view/3574/946

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Fraqueza e perda de força na terceira idade: é normal?



Conforme os anos passam, é comum perceber uma diminuição da força e da disposição para realizar algumas atividades do dia a dia. Porém, é importante entendermos que essa perda não deve ser vista como algo “normal” do envelhecimento. Em muitos casos, ela está relacionada à sarcopenia ou perda de massa muscular, que pode impactar diretamente na autonomia e na qualidade de vida do idoso, além de ser o principal motivo para as quedas tão frequentes na terceira idade (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2025?).

O que pode levar a perda de massa muscular na terceira idade? (Diz et al, 2015)

  • Sedentarismo;

  • Alimentação inadequada;

  • Doenças crônicas;

  • Uso de alguns medicamentos;

  • Processo natural do envelhecimento associado à falta de atividade física.

Quando devo me preocupar? (Diz et al, 2015)

  • Dificuldade para levantar da cadeira;

  • Cansaço ao realizar atividades simples;

  • Diminuição da força nas mãos;

  • Quedas frequentes;

  • Redução da velocidade ao caminhar e equilíbrio. 

Os hábitos saudáveis fazem toda a diferença na manutenção da força muscular na terceira idade. A prática regular de atividade física, especialmente exercícios de força, junto de uma alimentação equilibrada e rica em proteínas, o acompanhamento com profissionais de saúde e a manutenção de uma rotina ativa são fundamentais nesse processo. Esses cuidados ajudam a preservar a autonomia e independência do idoso! (Diz et al, 2015)

Referências

SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Diagnóstico e tratamento da Sarcopenia. SBGG, 2025?. Disponível em: https://sbgg.org.br/diagnostico-e-tratamento-da-sarcopenia/

DIZ, J. B. M.; et al. Prevalência de Sarcopenia em idosos: resultados de estudos transversais amplos em diferentes países. Rev. bras. Geriatr. Gerontol., v. 18, n. 3, 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbgg/a/FFm9JS8N45hmRXgBPfLD5bb/?format=html&lang=pt

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

A importância da terapia ocupacional para idosos com demência

 


Sabemos que o cuidado à pessoa idosa com demência vai muito além do uso de medicamentos, envolvendo principalmente a promoção da autonomia, da qualidade de vida e do bem-estar. O objetivo é preservar, pelo maior tempo possível, as capacidades ainda existentes, respeitando o ritmo e a individualidade de cada pessoa. É aí que a terapia ocupacional se destaca como uma importante aliada, pois utiliza exercícios e estratégias voltadas às atividades de vida diária, contribuindo para que o idoso se mantenha ativo, independente, participativo e mais seguro em seu cotidiano (Lins e Gomes, 2019).

Como a Terapia Ocupacional ajuda na demência? (Bernardo et al., 2018)

  • Estimula a memória e outras funções cognitivas;

  • Mantém habilidades que ainda estão preservadas;

  • Ajuda na organização da rotina;

  • Reduz agitação e ansiedade;

  • Promove mais segurança e autonomia nas atividades diárias (Vestir-se, tomar banho, etc).

Atividades que podem ser utilizadas: (Bernardo et al., 2018)

  • Jogos simples e atividades de memória;

  • Organização de objetos;

  • Atividades manuais (como pintura ou artesanato);

  • Tarefas do dia a dia, como dobrar roupas;

  • Escutar músicas e relembrar histórias. 

A terapia ocupacional traz benefícios tanto para o idoso quanto para sua família, promovendo mais autonomia, autoestima e qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduz a ansiedade e a confusão no dia a dia. Para os cuidadores, oferece orientação prática, ajudando a adaptar a rotina e o ambiente, tornando o cuidado mais seguro e menos sobrecarregado! (Lins e Gomes, 2019)

Referências

LINS, V. S.; GOMES, M. Q. C. Terapia Ocupacional no cuidado ao idoso com demência: uma revisão integrativa. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup., v. 3, n. 1, 2019. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/13996/pdf

BERNARDO, L. D.; et al. Atenção ao Idoso com Demência: as ações dos terapeutas ocupacionais inseridos nas instituições de longa permanência de Curitiba-Paraná, Brasil. Rev. Chilena de Terapia Ocupacional, v. 18, n. 2, 2018. Disponível em: https://revistaterapiaocupacional.uchile.cl/index.php/RTO/article/view/50569/54527

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Semana da enfermagem: o verdadeiro significado do cuidar

 


Do dia 12 a 20 de maio comemoramos a semana da enfermagem, está data é muito especial e nos ajuda a reconhecer e valorizar os profissionais que estão presentes em todos os momentos do cuidado, desde os mais simples até os mais delicados,do primeiro suspiro até o último. Mais do que executar técnicas, a enfermagem é feita de presença, escuta, atenção e sensibilidade (Cofen, 2025).

O que realmente significa esse cuidado que sempre ouvimos falar?

Cuidar vai muito além de administrar medicamentos ou realizar procedimentos. É perceber o que muitas vezes não é dito, é acolher o medo, aliviar a dor e oferecer conforto. É estar ao lado do paciente e da família, principalmente nos momentos de maior fragilidade. Um gesto simples, como um banho, pode devolver dignidade, conforto e até mesmo mudar completamente a forma como uma pessoa encara uma doença ou internação (Silva, 2012).

A enfermagem une diretamente o conhecimento científico e as técnicas com a empatia, cada cuidado realizado possui um fundamento e lógica por trás. O banho no leito, por exemplo, segue uma sequência organizada, e não se limita à higiene, quando realizado com a técnica correta, ajuda na prevenção de infecções, melhora a circulação sanguínea e promove conforto. Além disso, é o momento ideal para se avaliar a pele e diversas partes do corpo, permitindo que a equipe de enfermagem seja a primeira a identificar alterações que muitas vezes não seriam observadas por outros profissionais da mesma forma (Lobo; Saraiva, 2017).

Esta é apenas uma breve homenagem da equipe Cuidados Alzheimer como forma de reconhecimento a todos os profissionais da enfermagem, no Brasil e no mundo, que dedicam sua vida a cuidar do próximo com conhecimento técnico, ética, empatia e respeito.

Referências

CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Tema da Semana da Enfermagem 2026 será “Técnica, Ética e Política: Pilares Inegociáveis do Cuidado de Enfermagem”. Cofen, Novembro de 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/tema-da-semana-da-enfermagem-2026-sera-tecnica-etica-e-politica/

SILVA, M. J. P. Ciência da Enfermagem.  Acta paul. enferm.; v. 25, n. 4, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ape/a/7tyKhdxS9cKfjBMp4GzczvJ/?format=html&lang=pt

LÔBO, C. R.; SARAIVA, T. L. A. Importância do procedimento banho no leito para atendimento em enfermagem. Recien. v. 7, n. 20, 2017. Disponível em: https://recien.com.br/index.php/Recien/article/view/138

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Você conhece a Neuromielite Óptica?

 


A neuromielite óptica é uma doença rara que afeta o sistema nervoso central, levando a inflamação e destruição do revestimento dos nervos ópticos e a medula espinhal. Ela pode causar sintomas importantes, como perda de visão e dificuldades nos movimentos, impactando diretamente a qualidade de vida da pessoa (Levin, 2025).  

O que causa a doença?

É considerada uma doença autoimune, ou seja, as próprias células de defesa do nosso corpo passam a atacar estruturas saudáveis do corpo, principalmente o nervo óptico e a medula espinhal. Por ser uma condição pouco conhecida, muitas vezes pode ser confundida com outras doenças neurológicas, como a esclerose múltipla, porém o risco de se tornar incapacitado com a neuromieltie óptica é muito maior, o que reforça a importância da informação e do diagnóstico precoce (Levin, 2025).  

Principais Sinais e Sintomas: (Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina, 2025)

  • Perda de visão em um ou ambos os olhos;

  • Dor ao movimentar os olhos;

  • Fraqueza ou paralisia nos braços e pernas;

  • Alterações na sensibilidade (formigamento ou dormência);

  • Dificuldade para caminhar;

  • Problemas no controle da bexiga e do intestino.

Diagnóstico e Tratamento 

O diagnóstico é realizado com base nos sintomas, exame físico e exames complementares, como ressonância magnética, para se descartar a possibilidade de esclerose múltipla, e exames de sangue específicos. Apesar de não ter cura, a neuromielite óptica tem tratamento e, por se tratar de uma doença autoimune, ele se dá principalmente por meio de medicamentos que diminuem a atividade das células de defesa do nosso organismo, tornando a pessoa imunossuprimida (Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina, 2025). 

Mesmo sendo rara, a neuromielite óptica traz impactos importantes na vida da pessoa. Informar-se é fundamental para reconhecer os sinais, buscar ajuda e oferecer apoio adequado, ajudando a controlar a doença, reduzir as crises e preservar a qualidade de vida.

Referências

LEVIN, M. C. Transtorno do Espectro de Neuromielite Óptica. Manual MSD, out. 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-cerebrais-da-medula-espinal-e-dos-nervos/esclerose-m%C3%BAltipla-em-e-doen%C3%A7as-relacionadas/transtorno-do-espectro-de-neuromielite-%C3%B3ptica-neuromyelitis-optica-spectrum-disorder-nmosd

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE. Neuromielite Óptica. Governo de Santa Catarina, 2025. Disponível em: http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Neuromielite_%C3%B3ptica

sexta-feira, 1 de maio de 2026

O trabalho na terceira idade

 


Em 1° de Maio é comemorado o Dia Internacional do Trabalhador e, por isso, esse período também é conhecido como o “Mês do Trabalho”. Diante disso, não poderíamos deixar de abordar um tema cada vez mais atual: o trabalho após a aposentadoria.

O envelhecimento ativo é um assunto cada vez mais presente no dia a dia das pessoas idosas e também daquelas que já começam a planejar essa fase da vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (2005), o envelhecimento ativo significa aproveitar melhor as oportunidades de cuidar da saúde, participar da sociedade e viver com segurança, buscando manter uma boa qualidade de vida ao longo dos anos.  

O tempo livre se torna uma oportunidade para se manter ativo e fortalecer o senso de pertencimento social, além de ressignificar o envelhecimento como uma fase de novas conquistas, projetos e objetivos voltados à própria qualidade de vida. Com isso, a aposentadoria, principalmente quando voluntária, pode representar um recomeço, rompendo com o estigma de que a idade limita a capacidade de produzir ou inovar (APRILE, 2020).

No entanto, ainda existem desafios a serem enfrentados, como o etarismo (preconceito relacionados à idade), a dificuldade em se reinserir no mercado de trabalho e as exigências de conhecimento e atualização sobre as novas tecnologias (APRILE, 2020).

Mesmo diante das dificuldades, o trabalho após a aposentadoria é promissor, contribuindo para a autonomia, autoestima e também como fonte de renda para os interessados em se manter nas atividades remuneradas. Assim, há uma nova onda de empreendedores, trabalhadores formais e informais que atuam de maneira remota e presencial que merecem ser celebrados (APRILE, 2020).


Referências


APRILE, M. R.; PAULINO, C. A.; BILOTTA, F. A. Trabalho e aposentadoria na perspectiva do envelhecimento ativo e da inclusão social. Saúde & Transformação Social, v. 9, n. 1/2/3, p. 15–27, 2020. Disponível em: https://incubadora.periodicos.ufsc.br/index.php/saudeetransformacao/article/view/4321

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Envelhecimento ativo: uma política de saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2005. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf

 


sexta-feira, 24 de abril de 2026

Você conhece a síndrome do cuidador?

 


Cuidar de um idoso é um gesto de amor e dedicação, mas também pode ser uma tarefa física e emocionalmente desgastante. Quando o cuidador assume muitas responsabilidades e não encontra apoio, pode desenvolver a chamada Síndrome do Cuidador, ela é um estado de completo esgotamento físico, emocional e mental que costuma surgir em pessoas que cuidam de forma contínua de alguém dependente (Alves et al, 2019).

Principais sinais de alerta (Delalibera et al, 2015)

  • Cansaço constante, mesmo após descanso;

  • Irritabilidade ou alterações de humor;

  • Tristeza frequente ou sensação de sobrecarga;

  • Problemas de sono;

  • Isolamento social;

  • Dores no corpo sem causa aparente.

Como posso prevenir essa sobrecarga? (Delalibera et al, 2015)

  • Dividir responsabilidades com outros familiares;

  • Reservar momentos de descanso;

  • Buscar apoio psicológico, se necessário;

  • Participar de grupos de apoio.

Está síndrome surge da sobrecarga de responsabilidades assumidas pelo cuidador, somadas à falta de apoio familiar e à dificuldade em dividir tarefas no dia a dia. É muito comum que o cuidador sinta culpa ao reservar um tempo para si, colocando sempre as próprias necessidades em segundo plano. Por isso, é tão importante falar sobre esse tema: quando o cuidador adoece física ou emocionalmente, o cuidado oferecido também pode ser prejudicado (Alves et al, 2019).

Referências

ALVES, L. C. S.; et al. Síndrome de burnout em cuidadores informais de idosos com demência: uma revisão sistemática. Dement. neuropsychol., v. 13, n. 4, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/dn/a/CLjLMwJHBDZGcvqGMKC5gzB/?lang=en

DELALIBERA, M.; et al. Sobrecarga no cuidar e suas repercussões nos cuidadores de pacientes em fim de vida: revisão sistemática da literatura. Ciênc. saúde coletiva, v. 20, n. 9, 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/jGPHhJ88YcLdNhYdcv7xknv/?format=html&lang=pt

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Artrose, o que é?

 


    Você com certeza já ouviu falar sobre a artrose, mas sabe exatamente o que ela é? A osteoartrite, popularmente conhecida como artrose, é uma doença crônica que afeta a cartilagem, a mesma que protege nossas articulações do desgaste, mesmo após anos de uso ou lesões, causando muita dor, rigidez e em muitos casos a perda de função da articulação afetada (Sociedade Brasileira de Reumatologia, 2017).


O que causa a osteoartrite? 


A osteoartrite não possui uma causa em específico para seu surgimento, mas sabe-se que ela ocorre da junção de diversos fatores como o excesso de peso, fraturas e lesões, levando a uma inflamação crônica nas articulações que termina com a destruição de toda a cartilagem, fazendo com que ocorra o atrito entre os ossos e dificultando o movimento (Yaseen, 2025).


Quais são os principais sintomas? (Yaseen, 2025)


  • Dor nas articulações;

  • Rigidez, principalmente ao acordar;

  • Dificuldade para se movimentar;

  • Sensação de “areia” ou estalos ao mexer a articulação;

  • Inchaço em alguns casos. 


Quem tem mais risco de desenvolver a osteoartrite? (Yaseen, 2025)


  • Pessoas idosas;

  • Mulheres (principalmente após a menopausa);

  • Pessoas com sobrepeso;

  • Pessoas com histórico familiar;

  • Lesões ou esforços repetitivos nas articulações.


Embora não exista uma forma de evitar completamente a doença, algumas medidas ajudam na prevenção ou no retardamento da sua progressão, como manter um peso adequado, praticar atividades físicas regularmente, fortalecer a musculatura, evitar sobrecarga nas articulações e manter acompanhamento regular em saúde. A artrose não tem cura, mas tem tratamento, é imprescindível procurar um profissional de saúde no caso de suspeita ou sintomas característicos da artrose (Sociedade Brasileira de Reumatologia, 2017).


Referências


SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA. Osteoartrite (Artrose). SBR, 27 de outubro de 2017. Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/osteoartrite-artrose/

YASEEN, K.  Osteoartrite.  MSD e os Manuais MSD, 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-%C3%B3sseos-articulares-e-musculares/dist%C3%BArbios-articulares/osteoartrite-oa