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sexta-feira, 22 de maio de 2026

A importância da terapia ocupacional para idosos com demência

 


Sabemos que o cuidado à pessoa idosa com demência vai muito além do uso de medicamentos, envolvendo principalmente a promoção da autonomia, da qualidade de vida e do bem-estar. O objetivo é preservar, pelo maior tempo possível, as capacidades ainda existentes, respeitando o ritmo e a individualidade de cada pessoa. É aí que a terapia ocupacional se destaca como uma importante aliada, pois utiliza exercícios e estratégias voltadas às atividades de vida diária, contribuindo para que o idoso se mantenha ativo, independente, participativo e mais seguro em seu cotidiano (Lins e Gomes, 2019).

Como a Terapia Ocupacional ajuda na demência? (Bernardo et al., 2018)

  • Estimula a memória e outras funções cognitivas;

  • Mantém habilidades que ainda estão preservadas;

  • Ajuda na organização da rotina;

  • Reduz agitação e ansiedade;

  • Promove mais segurança e autonomia nas atividades diárias (Vestir-se, tomar banho, etc).

Atividades que podem ser utilizadas: (Bernardo et al., 2018)

  • Jogos simples e atividades de memória;

  • Organização de objetos;

  • Atividades manuais (como pintura ou artesanato);

  • Tarefas do dia a dia, como dobrar roupas;

  • Escutar músicas e relembrar histórias. 

A terapia ocupacional traz benefícios tanto para o idoso quanto para sua família, promovendo mais autonomia, autoestima e qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduz a ansiedade e a confusão no dia a dia. Para os cuidadores, oferece orientação prática, ajudando a adaptar a rotina e o ambiente, tornando o cuidado mais seguro e menos sobrecarregado! (Lins e Gomes, 2019)

Referências

LINS, V. S.; GOMES, M. Q. C. Terapia Ocupacional no cuidado ao idoso com demência: uma revisão integrativa. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup., v. 3, n. 1, 2019. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/13996/pdf

BERNARDO, L. D.; et al. Atenção ao Idoso com Demência: as ações dos terapeutas ocupacionais inseridos nas instituições de longa permanência de Curitiba-Paraná, Brasil. Rev. Chilena de Terapia Ocupacional, v. 18, n. 2, 2018. Disponível em: https://revistaterapiaocupacional.uchile.cl/index.php/RTO/article/view/50569/54527

sexta-feira, 20 de março de 2026

Autonomia e identidade na Doença de Alzheimer


No dia 21 de março comemoramos o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Alzheimer, está data nos ajuda a lembrar que, antes da doença, existe uma pessoa com história, sentimentos, desejos e identidade. O diagnóstico não apaga a história de vida construída ao longo dos anos. Preservar a autonomia e a dignidade é uma das formas mais respeitosas de cuidar (Burlá et al, 2014).

Precisamos entender que o Alzheimer não apaga a essência de quem a pessoa é. Mesmo com as limitações que a doença pode trazer, ainda há identidade, emoções e necessidade de reconhecimento e acolhimento. Devemos preservar isso o máximo possível, valorizar e respeitar suas escolhas sempre que possível (Burlá et al, 2014).

Incentive a autonomia sempre que possível

As limitações irão surgir com o tempo, porém é fundamental estimular a participação nas decisões dentro das capacidades preservadas. Permitir pequenas escolhas no dia a dia, como a roupa que deseja usar ou o que prefere comer, ajuda a manter o senso de autonomia e autoestima, que muitas vezes é negligenciada pela família fazendo com que o idoso perca sua identidade e favorecendo quadros depressivos neste momento de tantas incertezas. Valorizar o que a pessoa ainda consegue fazer é tão importante quanto oferecer ajuda quando necessário (Anacleto, 2019).

Comunicação com respeito (Anacleto, 2019)

  • Evite infantilizar o idoso;

  • Falar com calma e clareza;

  • Manter contato visual;

  • Demonstrar paciência e acolhimento.

O modo como nos comunicamos impacta diretamente na dignidade da pessoa. Cuidar não significa retirar completamente a independência antes do necessário, o carinho e a valorização da identidade devem permanecer. Cuidar é reconhecer a pessoa para além da doença (Burlá et al, 2014).

Referências

BURLÁ, C.; et al. Envelhecimento e doença de Alzheimer: reflexões sobre autonomia e o desafio do cuidado. Rev. bioét. v. 22, n. 1, p. 85-93, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/bioet/a/kjBjVtHF4qHT7s4VX5FtR8r/?format=pdf&lang=pt

ANACLETO, G. Autonomia e beneficência no cuidado com pessoas com doença de alzheimer. 2019. 144 p. Tese de mestrado em Filosofia. UFSC, Florianópolis, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/211400/PFIL0344-D.pdf?sequence=-1&isAllowed=y

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Fevereiro Roxo: sinais de alerta do Alzheimer

 


O Fevereiro Roxo é um momento importante, criado para reforçar a conscientização sobre a Doença de Alzheimer e a importância do diagnóstico precoce. É completamente comum termos algumas falhas de memória na terceira idade, e fazem parte do processo natural da vida, como esquecer nomes ou onde deixou algum objeto. Porém, existem alguns sinais que vão além do esquecimento comum e merecem atenção especial, pois podem ser sinais de  alerta para alterações mais importantes na saúde do idoso (Associação Brasileira de Alzheimer, 2024?)


O que é um esquecimento comum na terceira idade? (Alzheimer`s Association, 2026?)


  • Às vezes, esquecer nomes ou compromissos, mas lembrar deles mais tarde;

  • Demorar um pouco mais para recordar nomes ou palavras;

  • Cometer erros ocasionais ao administrar as finanças ou as contas da casa;

  • Ficar confuso com o dia da semana, mas descobrir depois;

  • Perder coisas de vez em quando e ter que refazer o caminho para encontrá-las.


O que é um sinal de alerta? (Associação Portuguesa de familiares e amigos dos doentes de Alzheimer, 2011)


  • Esquecimentos frequentes de fatos recentes;

  • Dificuldade para planejar e resolver problemas;

  • Repetir as mesmas perguntas ou histórias várias vezes;

  • Dificuldade para realizar atividades do dia a dia;

  • Confusão com datas, horários ou lugares;

  • Alterações de comportamento, humor ou personalidade;

  • Dificuldade para se comunicar ou encontrar palavras.


Devemos recorrer a ajuda de um profissional sempre que os esquecimentos começarem a interferir na autonomia e nas atividades do dia a dia do idoso, ou quando familiares e cuidadores perceberem mudanças significativas no comportamento, no humor ou na memória. Em caso de qualquer dúvida ou preocupação, é essencial procurar uma equipe de saúde, pois a avaliação precoce permite um melhor acompanhamento, orientação adequada e mais qualidade de vida para o idoso e sua família (Associação Brasileira de Alzheimer, 2024?).

A Doença de Alzheimer não faz parte do envelhecimento normal. Identificar os sinais precocemente e buscar ajuda profissional faz toda a diferença no cuidado, no planejamento familiar e, principalmente, na qualidade de vida do idoso.


Referências


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ALZHEIMER. Sobre o Alzheimer: o que é o Alzheimer?. ABRAz, 2024?. Disponível em: https://abraz.org.br/sobre-alzheimer/

ALZHEIMER`S ASSOCIATION. 10 Early Signs and Symptoms of Alzheimer's and Dementia. ALZ, 2026?. Disponível em: https://www.alz.org/alzheimers-dementia/10_signs

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMILIARES E AMIGOS DOS DOENTES DE ALZHEIMER. 10 sinais de alerta. Alzheimer Portugal, 2011. Disponível em: https://alzheimerportugal.org/10-sinais-de-alerta/



sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Alzheimer e a nova perspectiva diagnóstica pela retina

 


Quando falamos sobre Alzheimer, é comum associar a doença à perda progressiva da memória e à dependência nos cuidados cotidianos, no entanto, um dos maiores desafios está no diagnóstico precoce. Os métodos atuais para este diagnóstico são caros, invasivos e pouco acessíveis. Nesse cenário, uma nova teoria científica ganha força: o diagnóstico através do exame de retina (BERTICELLI et al, 2025). 

Durante os últimos anos, pesquisas demonstraram que a retina compartilha mecanismos semelhantes de degeneração com o sistema nervoso central, como por exemplo, proteínas responsáveis pelos principais marcadores da doença, também podem ser encontradas nesse tecido ocular. Isso abre caminhos para um diagnóstico mais rápido, menos invasivo e acessível (HSPE, 2025).

A retina como reflexo do cérebro: A retina é uma extensão direta do sistema nervoso central. Alterações observadas em exames de imagem ocular, podem revelar sinais precoces de neurodegeneração. Estudos mostram afinamento da camada de fibras nervosas da retina e perda de células ganglionares, mudanças que refletem os processos que ocorrem no cérebro (OLIVEIRA et al, 2023).

Democratização do acesso ao diagnóstico: Exames oftalmológicos são muito mais disponíveis e de menor custo em comparação com métodos tradicionais. A possibilidade de rastrear Alzheimer por meio da retina pode representar uma revolução no acesso, especialmente em países em desenvolvimento, onde exames como PET-Scan são restritos a grandes centros de pesquisa (HSPE, 2025).

Desafios e limitações: Apesar dos avanços, ainda existem barreiras. Diferenciar alterações retinianas causadas pelo Alzheimer daquelas provocadas por glaucoma, degeneração macular ou pelo envelhecimento natural é um grande desafio. Além disso, ainda falta padronização nos protocolos de imagem e validação em estudos populacionais amplos (BERTICELLI et al, 2025).

Deste modo, o diagnóstico do Alzheimer enfrenta um grande desafio: identificar a doença de forma precoce e acessível, nesse cenário, a retina surge como uma nova possibilidade. Pesquisas mostram que esse tecido ocular reflete alterações cerebrais típicas da doença, como o acúmulo de β-amilóide e tau, podendo antecipar sinais antes mesmo dos sintomas aparecerem. Exames simples tornam o rastreio menos invasivo e mais viável, especialmente em países onde métodos como o PET-Scan são de difícil acesso.

Referências

BERTICELLI, I. D.; FILTER, B. Diagnóstico precoce na doença de Alzheimer: entraves e impacto na vida e saúde do idoso. Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano, v. 22, n. 1, 2025. Disponível em: https://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/15329.

HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL (HSPE). Estudo brasileiro investiga detecção precoce do Alzheimer por exame de vista. Brasil em Folhas, São Paulo, 2025. Disponível em: https://www1.brasilemfolhas.com.br/2025/03/estudo-brasileiro-investiga-deteccao-precoce-do-alzheimer-por-exame-de-vista/.

OLIVEIRA, R. E. S.; BREGOLA, P.; BAGATIN, M. Utilização de marcadores de retina no diagnóstico precoce do Alzheimer. In: Anais do Simpósio de Pesquisa, Extensão e Inovação do Paraná, 2023. Disponível em: https://www.even3.com.br/anais/simpar2022/581110-utilizacao-de-marcadores-de-retina-no-diagnostico-precoce-do-alzheimer/.

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Dia Mundial da Doença de Alzheimer: o papel da família e do cuidado humanizado

 


No próximo domingo, 21 de setembro, celebramos o Dia Mundial e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. Esta é uma data para refletir, conscientizar e promover informação sobre a doença, mas, principalmente, sobre a importância de cuidar com afeto, dignidade e respeito (Ministério da Saúde, 2024?).

Estima-se que 1,2 milhão de brasileiros convivam com algum tipo de demência, sendo a Doença de Alzheimer a mais comum. A cada ano, surgem 100 mil novos casos no país. Mundialmente, o número de pessoas com demência pode chegar a 131 milhões em 2050, esses números reforçam a importância de discutir não só a prevenção e tratamento, mas também a forma como famílias e sociedade acolhem quem vive com Alzheimer (Ministério da Saúde, 2024?).

O que é o cuidado humanizado? (DA SILVA et al, 2023)

  • Valorizar a pessoa como indivíduo, respeitando sentimentos e sua história de vida;

  • Olhar o mundo pelos olhos da pessoa com demência, reconhecendo seus medos e necessidades;

  • Promover ambientes seguros e previsíveis, que transmitam calma e bem-estar;

  • Fortalecer vínculos afetivos por meio de pequenos gestos: segurar a mão, sorrir ou ouvir uma música juntos.

O papel da família

O cuidado da família vai muito além de ajudar nas tarefas do dia a dia: ele é a base do suporte emocional e da preservação da autoestima. É importante lembrar que a pessoa com demência continua tendo sentimentos e individualidade, que precisam ser respeitados em cada etapa do processo. Como se trata de uma doença progressiva, a convivência próxima da família é essencial para perceber mudanças precoces e garantir apoio constante. Esse cuidado, no entanto, exige paciência, empatia e capacidade de adaptação, já que cada fase da doença traz novos desafios (DA SILVA et al, 2023)

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde, Brasília, 21 set. 2024?. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/21-9-dia-mundial-da-doenca-de-alzheimer-e-dia-nacional-de-conscientizacao-da-doenca-de-alzheimer-2/

DA SILVA, M. R.; et al. Doença de Alzheimer: Estratégias de Cuidado Diante das Dificuldades ao Portador e Cuidador. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. v. 5, n. 4, p. 164–191, 2023. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/380

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Como o cuidador pode preservar sua saúde emocional


 

    Muito se fala sobre os cuidados e a atenção que devemos ter com os idosos, mas não podemos esquecer das pessoas que muitas vezes dedicam suas vidas aos cuidados desses idosos abrindo mão de si mesmo e suas preferências. Muitos dos cuidadores assumem esse papel sem nenhum treinamento formal e passam por situações que resultam em altos níveis de estresse e desgaste emocional (SILVA, 2024).

O apoio social e emocional é essencial para estas pessoas, porém não raro o que observamos é a falta de uma rede de apoio e suporte familiar, de amigos e até mesmo da comunidade. Nosso objetivo com este post é justamente trazer algumas dicas e informações úteis para auxiliar o cuidador a lidar com toda essa sobrecarga emocional (SILVA, 2024).


Busque informações: é essencial que o cuidador conheça a quem cuida, busque informações a respeito da condição e da perspectiva a curto, médio e longo prazo de sua condição. Isso pode prevenir a surpresa e o estresse em caso de alguma emergência e mal estar (Ministério da Saúde, 2008).  


Participe de grupos de apoio: geralmente são grupos formados por associações voltadas para a condição específica do idoso cuidado e são facilmente encontrados por pesquisas na internet. Estes grupos oferecem um grande apoio e identificação com pessoas que passam pelas mesmas situações e dificuldades que você (Ministério da Saúde, 2008). 


Procure seus direitos: existem diversos direitos relacionados ao cuidador. Caso o idoso e sua família não tenham condições de sustento necessárias, essa função fica a cargo do poder público, que deve assegurar o benefício mensal de 1 salário mínimo. Outros gastos em relação ao cuidado, como medicamentos, fraldas, cadeira de rodas e cadeira de banho, também podem ser amenizados através de um processo administrativo (Ministério da Saúde, 2008).


Para finalizar, é essencial que você separe um tempo para si mesmo, pois ninguém tem condição de cuidar de uma pessoas 24h por dia, sete dias na semana. Lembre-se: você não dá aquilo que não tem, separe um tempo para o seu lazer: passear, ver os amigos, assistir um filme, etc. Você com certeza faz o seu melhor, não se sinta culpado por tirar um tempo para você! (SILVA, 2024)


Referências


SILVA, P. P. C.; et al. Cuidar de quem cuida: estratégias psicossociais na promoção da saúde mental de cuidadores de idosos. Revista FT. v. 28, n. 139, 2024. Disponível em: https://revistaft.com.br/cuidar-de-quem-cuida-estrategias-psicossociais-na-promocao-da-saude-mental-de-cuidadores-de-idosos/


BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Guia prático do cuidador / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Brasília: Ministério da Saúde, 2008. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_cuidador.pdf

sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Doença de Alzheimer, o que é?

 


A doença de Alzheimer é o tipo de demência mais comum em todo o mundo e é caracterizada pela perda progressiva da função mental afetando principalmente a memória, o pensamento e a capacidade de aprender. Se trata de uma doença crônica, ou seja, não possui cura, apenas o tratamento para dar qualidade de vida às pessoas afetadas (HUANG, 2023). 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (2022), estima- se que mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo vivam com algum tipo de demência e esse número deve triplicar nos próximos anos, com o maior envelhecimento da população. Por isso é muito importante sabermos identificar os sinais e sintomas dessa doença e seus fatores de risco, tudo para que ocorra um diagnóstico precoce da mesma. 


Principais sinais e sintomas  (HUANG, 2023; Associação Brasileira de Alzheimer, 2011)


Os primeiros sinais a aparecerem geralmente são: 

  • O esquecimento de acontecimentos recentes; 

  • Confusão (esquecer que dia é hoje, repetir as mesmas perguntas);

  • Problemas com a linguagem; 

  • Dificuldade com as tarefas diárias;


Com o progresso da doença é normal que estes sinais se agravem, como:

  • Comportamento inapropriado, irritabilidade, desconfiança injustificada, agressividade, etc;

  • Dependência de auxílio ou incapacidade para realizar as tarefas diárias; 

  • Dificuldade para encontrar palavras e uso impróprio delas;

  • Tendência a se perder em trajetos que são do costume como: ir ao mercado ou voltar para casa.

 

Principais fatores de risco: (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2022)


  • Ter mais de 65 anos (o risco só aumenta com o avançar da idade);

  • Histórico da doença na família;

  • Sedentarismo, obesidade, fumo, álcool em excesso;

  • Doenças crônicas como: Hipertensão e Diabetes;

  • Depressão e contato social pouco frequente.


Apesar de não ter uma forma de prevenção específica, medidas como: praticar exercícios, manter a mente ativa, se alimentar bem e evitar bebidas alcoólicas podem diminuir os riscos de desenvolver a doença (HUANG, 2023).


Referências


HUANG, J. Doença de Alzheimer.  MSD e os Manuais MSD, 2023. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-cerebrais-da-medula-espinal-e-dos-nervos/delirium-e-dem%C3%AAncia/doen%C3%A7a-de-alzheimer


SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Setembro Lilás – Mês de conscientização da doença de Alzheimer. 6 de setembro de 2022. Disponível em: https://sbgg.org.br/setembro-lilas-mes-de-conscientizacao-da-doenca-de-alzheimer/


Associação Brasileira de Alzheimer. Doença de Alzheimer. BVS Saúde, fevereiro de 2011. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/doenca-de-alzheimer-3/