quarta-feira, 1 de julho de 2015

Comunicação + Doença de Alzheimer

Comunicar-se com o idoso portador de DA não é uma tarefa fácil devido as suas limitações. Para isso, é importante usar mecanismos que possibilitem a comunicação. Quando o convívio é bom para ambas as partes torna-se mais fácil a comunicação. 
Conforme o avançar da doença mais difícil é a linguagem do idoso, então faz-se necessário usar alguns modos criativos para facilitar o processo.

Fonte: http://biosom.com.br/blog/perdaauditiva/como-amenizar-as-consequencias-da-perda-auditiva-nos-idosos/


Deve-se utilizar todos os recursos disponíveis, como gestos, palavras, contato físico e  tom de voz. 
As frases devem ser claras e objetivas, quanto maior a formalidade, maior será a dificuldade no diálogo, caso o paciente demonstre interesse e entendimento aí sim pode-se acrescentar mais informações.
O ideal é estar sempre na mesma posição do idoso, isto é, se ele estiver sentado, sente-se também, para que haja um contato visual efetivo.
Já nas fases finais da doença em que o diálogo está cada vez mais dificultado, o cuidador pode utilizar a comunicação através de expressões e atitudes de carinho e afeto, como falar segurando as mãos e oferecer um sorriso.
Não deixe de expressar o seu sentimento pela pessoa querida que ama, seja de qual for a maneira.

O conteúdo completo está disponível: AlzheimerMed - Comunicação e Alzheimer - [online] [aprox.5 telas]. Disponível em  http://www.alzheimermed.com.br/convivendo-com-o-paciente/comunicacao-e-alzheimer


terça-feira, 16 de junho de 2015

Situações de Emergência

Todo paciente com Doença de Alzheimer apresenta  manifestações cognitivas além de dificuldades de planejamento e controle das suas atividades. Então é muito importante o cuidador saber reconhecer quando de fato acontece algo de errado com o idoso.

Antes de tudo é fundamental manter a calma para poder agir diante do fato. Também é recomendável ter por perto telefone do corpo de bombeiros e de familiares, além de uma foto do paciente.

Sabemos que isso pode acontecer com qualquer paciente, mas há medidas de prevenção, como estar sempre verificando as instalações do gás de cozinha, se os móveis estão em estado adequado, não oferecer alimentos com difícil deglutição, estar sempre passeando com o idoso a fim de mostrar o itinerário, pois o paciente pode se perder.

Muitas são as situações de emergência que podem ocorrer, segue o conteúdo completo: AlzheimerMed - Problemas Médicos(Parte I) - [online] [aprox.5 telas]. Disponível em  http://www.alzheimermed.com.br/convivendo-com-o-paciente/problemas-medicos-parte-1 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Como enfrentar as dificuldades na memória?

Um fato muito comum presente nos idosos com demências é a dificuldade na memória, sendo manifestada por esquecimento, dificuldades de concentração e confusões em datas importantes. Esse quadro, com o avançar da doença causa certo estresse tanto no idoso como no seu cuidador e sua família. 

Mas como lidar?
  • Estimule o desenvolvimento de atividades que exercitam a memória, como leitura, canto e palavras cruzadas;
  • Ajude a organizar as atividades do dia-a-dia;
  • O principal: manter a paciência, pois sabemos que isso é característica da demência. 



ReferênciaBrasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador. 2009. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/maio/22/COSAPI-pub-guia-do-cuidador.pdf

sábado, 16 de maio de 2015

Envelhecimento Cerebral

Envelhecimento Cerebral pode ser entendido como alterações que ocorrem no cérebro devido a sua perda da função, ao longo dos anos. Provavelmente depois dos 30 anos de idade todo mundo tem um certo processo de perda, e vai sendo agravado pelas doenças do idoso: a hipertensão, o diabetes, a hipercolesterolemia (colesterol alto).

 *Como proteger o seu cérebro:
- Exercitar o seu cérebro - não importa a idade, o interessante é buscar meios que estimulem a atividade no cérebro;
- Controlar as doenças de base: diabetes, pressão arterial e colesterol.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira - O que causa a demência? [online] [aprox. 03 telas] Disponível em: http://www.einstein.br/einstein-saude/pagina-einstein/Paginas/o-que-causa-a-demencia.aspx

sábado, 2 de maio de 2015

Avaliação da Dor em Idosos

A dor é considerada o 5º sinal vital, pois permite garantir a monitorização regular, e indicar a necessidade de avaliação e tratamento.
Os idosos têm menor sensibilidade a estímulos dolorosos, assim, é provável que quando estes se queixam de dor a intensidade da mesma seja efetivamente muito alta, isso ocorre devido a muitos fatores biofísicos envolvidos.
A dor crônica é aquela que tem duração de 3 a 6 meses, e está associada a depressão, ansiedade, distúrbios no sono, incapacidade funcional e qualidade de vida.
Uma forma de avaliar a dor nos idosos, é através de escalas : numérica verbal ( melhor entendimento para o idoso), numérica visual, de faces e dos copos.


No idoso com demência, a avaliação torna-se mais difícil por conta das limitações, por isso a importância dos cuidadores estarem juntos identificando, através das expressões faciais, como movimento corporal, personalidade, humor, mudanças nos hábitos de comer e dormir.
 A dor muitas vezes é negligenciada, o que atrapalha na qualidade de vida do idoso e seu cuidador. Por isso, é importante o cuidador saber identificar quando há alguma alteração para que possa ser tratada de forma adequada.

O conteúdo completo está disponível no site da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, no seguinte link de acesso: http://sbgg.org.br/wp-content/uploads/2014/10/aula12-dor-idoso.pdf 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

A Revelação do Diagnóstico

     A família envolvida com o idoso com D.A tem suas peculiaridades, pois diante do seu contexto é capaz de agir sempre pensando no bem estar do seu parente. Portanto, a revelação do diagnóstico do Alzheimer é decisão da família. A equipe de profissionais estará disposta para ajudar nesse processo, mas somente quem pode decidir tal fato é a família.

    Muitas famílias preferem não revelar o diagnóstico pois têm medo das consequências emocionais que esse idoso pode apresentar, como por exemplo reações depressivas. Por conta disso, quando decide-se revelar o diagnóstico é bom que ocorra no estágio inicial da doença, pois favorece a compreensão e o registro da informação.

     Seja qual for a decisão, o importante é unir toda a família e pensar juntos, buscando a ajuda profissional sempre que preciso!!


O conteúdo completo está disponível na página da Associação Brasileira de Alzheimer e você pode conferir no seguinte link: http://abraz.org.br/orientacao-a-cuidadores/cuidados-com-o-familiar-cuidador

segunda-feira, 9 de março de 2015

Tipos de Demência

        A demência pode ser definida como uma doença crônica e progressiva, na qual ocorre perturbação de múltiplas funções cognitivas, incluindo memória, atenção e aprendizado, pensamento, orientação, compreensão, cálculo, linguagem e julgamento. 
      Listamos aqui os principais tipos de demência com suas respectivas características:

  • Doença de Alzheimer = é a mais conhecida, onde ocorre uma perda de memória e das funções cognitivas, de forma lenta e progressivamente. No início da doença a pessoa tem dificuldade para lembrar-se de fatos que aconteceram recentemente;
  • Demência Vascular = diferentemente da Doença de Alzheimer, a Demência Vascular tem um início mais repentino, que geralmente ocorre após um episódio vascular com flutuação da função cognitiva. Os sinais vão variar de acordo com a região do cérebro que foi afetada;
  • Demência dos corpúsculos de Levy = a cognição está bem comprometida, ocorrem alucinações e parkinsonismo precoce;
  • Doença de Pick = é um tipo de demência frontotemporal, em que inicia-se na fase pré-senil (a partir dos 45 anos de idade), caracteriza-se por alterações na personalidade e no comportamento. Neste caso, o comprometimento da memória geralmente é tardio.
         É fundamental saber o tipo de demência que está presente no idoso, pois irá definir a conduta a ser estabelecida. O conteúdo completo está disponível no manual do Ministério da Saúde - Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa (2007) http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/abcad19.pdf

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Como lidar com pacientes acamados?

Quem tem parente, amigo ou paciente acamado sabe como este momento é difícil e delicado. Com o aumento populacional é possível visualizar a prevalência de doenças crônicas não-transmissíveis, em especial aos idosos. Então, segue uma lista que permite basear a conduta ao idoso acamado:

  • Conforto: quarto claro, arejado e silencioso, evitando objetos que possam causar alergia. A cama deve ser adaptada à postura do cuidador, outro fator muito importante e que pode ser evitado, é a ocorrência de lesões cutâneas, para isso é necessário deixar os lençóis bem esticados.
  • Higiene: o banho é  revigorante ao paciente, principalmente quando ele participa desse momento, portanto é fundamental que os cuidadores estimulem essa atividade.
  • Nutrição: Deve-se ter o cuidado com a apresentação e o sabor da refeição. Nos pacientes que aceitam a alimentação naturalmente é válido o auxílio de canudos e bandejas. Já nos pacientes em uso de Sonda e Gastrostomia é fundamental o cuidado ao manuseio para evitar a infecção.
  • Eliminação: Uma excelente é conduzir o paciente em horários regulares ao banheiro para uso do vaso sanitário. 
Bom, cada caso é um caso e os cuidados devem ser específicos para cada paciente. O conteúdo completo, com outras dicas, está disponível no site da Alzheimermed http://www.alzheimermed.com.br/convivendo-com-o-paciente/pacientes-acamados

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Institucionalização, e agora?

A necessidade institucionalizar um familiar é uma das decisões mais difíceis para lidar. Independentemente da causa da institucionalização, é importante que se tenha alguns parâmetros para analisar racionalmente as opções oferecidas. Para isso é importante saber avaliar as instituições que irão acolher os idosos. Uma avaliação correta passa pelas seguintes fases:

  1. Pesquisa: Procurar se características da instituição são suficientes para atender as necessidades do residente. Devem ser observados os aspectos sócio-culturais e geográficos e a proteção dos hábitos incorporados ao longo dos anos. É importante fazer esse levantamento com calma e reflexão, unindo toda a família nesse processo;
  2. Pré-Seleção (Consulta a Distância)Informações básicas que podem ser obtidas por telefone ou pela Internet, tais como: legalização da instituição; equipe de profissionais; horários de visitas; custos e despesas;
  3. Estruturação da Visita: Procurar saber quem será o responsável pelo acompanhamento da visita, horário e reunião com o diretor;
  4. Visita: A primeira atitude é checar a documentação e o alvará de funcionamento. Além de esclarecer a filosofia geral da instituição, política de administração, esclarecimento de taxas e custos ocultos; atividades sócio-culturais oferecidas no dia-a-dia e se há troca frequente de funcionários. 
Não deixe de conferir se a instituição está adequada para receber o seu idoso. Outras dicas estão disponíveis no site da Alzheimermed: http://www.alzheimermed.com.br/convivendo-com-o-paciente/como-escolher-uma-instituicao 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Envelhecimento Ativo: Você sabe o que é?

       A política do Envelhecimento Ativo foi elaborada pela Unidade de Envelhecimento e Curso de Vida da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2002.
    
Conceitualmente pode ser entendido como "processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas".
   
   Quais os focos dessa política?

*desenvolvimento potencial para o bem-estar físico, social e mental ao longo do curso da vida;

*participação da sociedade de acordo com suas necessidades, desejos e capacidades;
*propicia proteção, segurança e cuidados adequados, quando necessário. 

     Essa denominação surgiu a partir do fato do reconhecimento dos direitos humanos das pessoas mais velhas e nos seus princípios de independência, participação, dignidade, assistência e auto-realização. Assim, essa política apoia o exercício de participação do idoso na comunidade.


Referências: Envelhecimento ativo: uma política de saúde / World Health Organization; tradução Suzana Gontijo. – Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2005. Disponível em: http://www.sbgg.org.br/profissionais/arquivo/politicas_publicas/envelhecimento.pdf

domingo, 16 de novembro de 2014

Quedas em Idosos: Prevenção

 A queda pode ser definida como  o deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial com incapacidade de correção em tempo hábil. É o mais sério e frequente acidente doméstico que ocorre com os idosos e a principal etiologia de morte acidental em pessoas acima de 65 anos

*Consequências:
Após a queda o idoso pode apresentar temor, pela dor, ou pela própria incapacidade funcional. A reabilitação pós-queda pode ser demorada, e, no caso de imobilidade prolongada, leva a complicações como tromboembolismo venoso, úlceras de pressão e incontinência urinária.

E com esse fato, como é a intervenção oferecida aos idosos?
  • Otimização medicamentosa: geralmente são administrados antidepressivos, os ansiolíticos, os neurolépticos e os hipnóticos.
  • Exercício Fisico:  melhore a força muscular e o equilíbrio.

Então, familiares, profissionais e amigos, vamos agir buscando diminuir os índices de quedas em idosos.

O conteúdo completo pertence a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: http://www.sbgg.org.br/profissionais/arquivo/diretrizes/queda-idosos.pdf

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Avaliação Cognitiva

Sabemos que na Doença de Alzheimer há um comprometimento cognitivo que afeta a linguagem, a coordenação motora e principalmente a memória, portanto é fundamental uma boa investigação quanto a esses fatores e para tal, são utilizados testes neuropsicológicos descritos abaixo:
  • Mini Exame do Estado Mental (MEEM) : é o mais utilizado pois é feito entre 5 e 10 minutos e não requer materiais sofisticados. Nesse teste são avaliados a orientação, os registros, a atenção e o cálculo, a memória e a linguagem.
  • Teste do Relógio: é ainda mais rápido do que o MEEM e permite traduzir o funcionamento frontal e temporoparietal. Nesse teste o paciente deve desenhar o mostrador do relógio com os ponteiros marcando uma certa hora, os critérios usados são os seguintes: desenho do círculo, números na posição correta, incluir os 12 números e ponteiros na posição correta. 
  • Escala de Avaliação DA (ADAS): requer mais tempo para sua execução, que avalia tanto a função cognitiva(memória, linguagem e praxia) como a não cognitiva (humor e distúrbios de comportamento).
 O conteúdo completo você pode conferir na página da ALZHEIMERMED, disponível em: 

http://www.alzheimermed.com.br/diagnostico/avaliacao-cognitiva

domingo, 12 de outubro de 2014

O envelhecimento no Brasil


Em 01/10 foi comemorado o Dia Nacional do Idoso de acordo com a Lei nº 11.433, de 28 de dezembro de 2006. Por conta disso, vamos acompanhar as questões relacionadas ao envelhecimento aqui no Brasil.
  • Em 1991 o Brasil contabilizava 10,7 milhões de idosos, dez anos depois, em 2001 contávamos com 15, 5 milhões de idosos e em 2011 os idosos compreendiam 12% da população geral, ou seja, mais de 23,5 milhões. Olha o avanço!

  • Em 1991 foi criado  Carta de Princípios para as Pessoas Idosas, que inclui a independência, participação, assistência, autorrealização e dignidade das pessoas idosas.
  • Outra informação bacana é que entre os Censos de 1991 e 2000 houve um aumento de 63% na renda domiciliar dos idosos.


Esses são alguns dos destaques da nossa população idosa brasileira. Parabéns, aos nossos idosos!! O conteúdo completo é disponibilizado pela Secretaria Nacional de Promoção Defesa dos Direitos Humanos http://www.sdh.gov.br/assuntos/pessoa-idosa/dados-estatisticos/DadossobreoenvelhecimentonoBrasil.pdf

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O cuidador e o idoso

         O cuidador de idosos é a pessoa que cuida de idosos com dependência, sua atuação baseia-se na melhoria da qualidade de vida entre o idoso, a família e a sociedade. O cuidador deve ser capaz de estar atento às necessidades do idoso.
As competências pessoais que o cuidador deve possui são listadas abaixo.

  • Manter a capacidade e preparo físico, emocional e espiritual;
  • Demonstrar educação e boas maneiras;
  • Adaptar-se a diferentes padrões familiares;
  • Respeitar a privacidade do idoso; 
  • Saber ouvir;
  • Manter a calma em situações críticas;
  • Reconhecer suas limitações;
  • Atualizar-se com palestrar, cursos e eventos;
  • Dominar noções primárias de saúde.
São muitas as competências, não acham? Acima de tudo, o cuidador deve transmitir paz e confiança a esse idoso, e claro, deve amar a sua profissão.

O conteúdo completo está disponível no Manual dos Cuidadores de Pessoas Idosas  http://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/a2sitebox/arquivos/documentos/303.pdf

sábado, 6 de setembro de 2014

Políticas e Programas Nacionais

Como o número de idosos no Brasil está aumentando temos que pensar na qualidade de vida e em seus direitos enquanto cidadãos. Para isso, você pode conferir as principais Políticas voltadas aos idosos:


  • Estatuto do Idoso: Lei n° 10741, de 1° de Outubro de 2003. Regula e reconhece os direitos das pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, é um instrumento para a realização da cidadania pois dispõe sobre os direitos do idoso à vida, à liberdade, ao respeito, à saúde, à convivência familiar e entre outros.
  • Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa: Desenvolvida em 2006, direciona medidas individuais e coletivas para população idosa de acordo com os princípios e as diretrizes do SUS.
  • Política Nacional do Idoso: Desenvolvida em 1994, dispõe sobre os princípios, diretrizes, organização, ações governamentais e disposições gerais para orientar a Política.
  • Programa Nacional de Cuidadores de idosos: Criado em 1999, vê a necessidade de criar alternativas que proporcionem melhor qualidade de vida aos idosos. Divide-se em Domiciliar e Institucional.
  • Dia Nacional do Idoso: Criado em 2006, institui o dia 1º de outubro como o Dia Nacional do Idoso, além de determinar a realização e divulgação de eventos que valorizem o idoso na sociedade.
Não deixe de conhecer todos os direitos dos idosos. O conteúdo completo você pode visualizar no seguinte link: http://www.saudeidoso.icict.fiocruz.br/index.php?pag=polit

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A presença do Familiar e do Cuidador


Sabemos que a Doença de Alzheimer (DA) causa uma série de mudanças no cotidiano do idoso e de sua família, portanto sua estrutura social sofre uma alteração marcante, dessa forma a presença do familiar/cuidador é de extrema importância. Entretanto, é preciso balancear as atividades por ambas as partes, para que não ocorra sobrecarga de suas funções enquanto cuidador.

Seguem algumas dicas logo abaixo:
  • Manutenção de rede social e apoio familiar com momentos de busca de satisfação pessoal.
  • Conciliar atividades frente a acúmulo de tarefas: cuidado e vida pessoal e familiar.
  • Lidar com estresse buscando alternativas de divisão de tarefas e aceitação de perdas.
  • Oferecer oportunidade de autonomia para os pacientes avaliando sua capacidade para tomada de decisão.
  • Oferecer cuidado adequado e estabelecer relacionamento de qualidade com pacientes.
O conteúdo foi retirado da Associação Brasileira de Alzheimer, disponível no link a seguir http://abraz.org.br/orientacao-a-cuidadores/cuidados-com-o-familiar-cuidador/necessidades-do-familiar-cuidador

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Especificidades das pessoas com Doença de Alzheimer

Nesta postagem vamos levantar os principais problemas encontrados na pessoa com DA e como a família/o cuidador deve agir diante dos fatos.

*Distúrbios de Memória: são os sintomas mais comuns, na maioria das vezes relacionados à Memória, Linguagem e Função visoespacial (desorientação);
*Déficit de Comportamento: A maioria dos pacientes apresenta ansiedade devido aos episódios de esquecimentos e da dificuldade na comunicação;
*Atividades Diárias: A maioria dos idosos tem dependência total em virtude na dificuldade na articulação do pensamento. Nessas atividades estão incluidos: escrever, cozinhar, hábitos de higiene e cuidados pessoais.

Podemos ver que com essas limitações é preciso que o cuidador/familiar seja capaz de compreender e estabelecer laços, pois é a primeira fonte de suporte. O apoio vai desde a simples preparação da refeição, no lazer, na administração de medicamentos e no acompanhamento às consultas do estado de saúde. Esse suporte tem como vantagem preservar os padrões culturais, as necessidades particulares do indivíduo e às condições de moradia.



Referências: 
Camacho ACLF, Coelho MJ. Metodologia Assistencial para pessoa com Doença de Alzheimer e sua rede de suporte: Proposição de um modelo de cuidados de enfermagem. São Paulo: Iglu, 2011.


terça-feira, 22 de julho de 2014

O Cérebro e a Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer causa a morte das células nervosas e perda do tecido cerebral. Dessa forma, com o passar do tempo o cérebro sofre alterações que acabam afetando as suas funções. Você verá a seguir algumas ilustrações que vão indicar essas alterações:

  Na figura ao lado podemos ver algumas diferenças:

A) cérebro sem a doença
B) cérebro com DA em estágio avançado
C) comparação entre os 2 cérebros.




A pessoa com a Doença de Alzheimer tem uma diminuição no número de células nervosas, essas células então formam emaranhados com outras proteínas. Na ilustração a seguir é possível visualizar esses emaranhados (cor azul):


D) Fase inicial
E) Fase leve/moderada
F) Fase grave/avançada













A ilustração completa você pode visualizar na Associação de Alzheimer: http://www.alz.org/brain_portuguese/01.asp

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alterações Comportamentais

Sabemos que a Doença de Alzheimer deixa uma série de consequências como por exemplo a capacidade de percepção, logo, há uma instabilidade emocional na maioria dos casos.

*Insônia:
Isso causa um desgaste no cuidador, portanto a dica é procurar equilibrar o horário de sono entre cuidador-idoso, além de envolvê-lo em atividades agradáveis durante o dia.

*Delírios:
Um fato muito comum é o delírio persecutório que acontece quando a pessoa sente que está sendo enganada ou perseguida e que alguém quer lhe fazer mal. O importante é ser calmo e explicar os fatos. 

*Alucinações:

Ocorre mais frequentemente na fase avançada da doença. Muitas vezes pode estar associado a algum fator no ambiente, então é sempre bom tentar identificar.

*Depressão:

Muitas vezes o paciente pode mostrar perda de interesse nas atividades que executava. É fundamental analisar a evolução da depressão e principalmente acolher o paciente inserindo em atividades de lazer e conversas com familiares.

Fique atento em caso de qualquer alteração e sempre oferecer confiança ao paciente. Mais detalhes no link a seguir: http://abraz.org.br/orientacao-a-cuidadores/cuidados-com-o-doente-de-alzheimer/alteracoes-de-comportamento

terça-feira, 8 de julho de 2014

Diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer (DA) é caracterizada por aspectos neuropatológicos e neuroquímicos. O seu diagnóstico é feito por exclusão e o seu requisito básico é o declínio na memória e no pensamento. Aqui vamos listar as etapas do diagnóstico da doença
I) Diagnóstico provável
• Presença de demência estabelecida por teste objetivo;
Prejuízo da memória e de pelo menos uma outra função cognitiva;
• Atividades do dia-a-dia prejudicadas e padrão de comportamento alterado;
História familiar de demência.

II) Diagnóstico possível:
• Análise da síndrome demencial;
• Presença de uma segunda alteração sistêmica/cerebral.

III) Diagnóstico definitivo:
• Preenchimento dos critérios de provável DA com comprovação por histopatologia de tecido
cerebral por biópsia ou autópsia.

Para ser incluído na investigação o paciente deve apresentar o Mini-Exame do Estado Mental com score de 12 e 24 (escolaridade maior que 4 anos) e 8 e 17 (escolaridade menor que 4 anos), além de apresentar a Escala CDR 1 ou 2 (demência leve ou moderada) 



O conteúdo está disponível no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas http://dtr2001.saude.gov.br/sas/dsra/protocolos/do_d09_01.pdf

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Como fica o cotidiano da família?

O idoso com Doença de Alzheimer apresenta uma série de consequências físicas, cognitivas e intelectuais, então conforme o avanço da doença, o idoso torna-se cada vez mais dependente para realizar suas atividades. Desta forma, ocorre a necessidade contínua de adaptação dos familiares.
Muitas vezes, é um processo doloroso acompanhado por tensão e exaustão.
Como a família deve lidar? Não há um regra, mas é preciso que a vida familiar se adapte em todas as esferas:

  • mudanças de ambiente;
  • distribuição de tarefas;
  •  análise de fatores financeiros, sociais e emocionais. 
Antes de tudo isso, é preciso união na família com uma comunicação eficiente para que saibam lidar com o novo cotidiano.


O conteúdo está disponível na página da Associação Brasileira de Alzheimer: http://abraz.org.br/orientacao-a-cuidadores/cuidados-com-o-familiar-cuidador/mudancas-na-vida-cotidiana-e-familiar

sábado, 14 de junho de 2014

Tratamento da Doença de Alzheimer

Sabemos que a Doença de Alzheimer é progressiva e incurável, portanto o objetivo do tratamento é retardar a evolução e preservar as funções intelectuais. 


  • Para que esse tratamento seja mais eficiente é necessário que o início se dê nos primeiroestágios   da doença.
  •  Para acompanhar os pacientes é importante que a família faça um histórico com a evolução dos sintomas, como memória, relacionamentos e atividades diárias.
  • Ao iniciar o tratamento este precisa ser reavaliado periodicamente e não deve ser suspenso pois sua resposta pode ser comprometida.


Não deixe de acompanhar o idoso com a Doença de Alzheimer e esteja atento.

O conteúdo foi retirado da Biblioteca Virtual em Saúde, disponível no link a seguir: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/226_alzheimer.html

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Estágios Evolutivos da Doença de Alzheimer

Sabe-se que a Doença de Alzheimer é constituída por distúrbios neurodegenerativos, sendo a sua evolução de forma lenta e inexorável. Seu quadro clínico é dividido em 4 estágios:

*Estágio 1: também chamado de forma inicial. Neste caso há alterações na memória, na personalidade e nas habilidades visuais/espaciais.
*Estágio 2: forma moderada. Caracterizada por dificuldades na fala, ao realizar tarefas simples e coordenar movimentos.
*Estágio 3: forma grave. Neste estágio ocorre resistência para realização de tarefas, pode ser acompanhado de incontinência urinária e fecal. A deficiência motora torna-se mais acentuada.
*Estágio 4: também chamado de fase terminal. Os pacientes neste estágio geralmente estão restritos ao leito.

O conteúdo citado foi retirado da Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde (bvs), disponível no link a seguir: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/226_alzheimer.html

domingo, 18 de maio de 2014

Tratamento Não Farmacológico para Doença de Alzheimer

Sabemos que a Doença de Alzheimer tem um caráter progressivo e de evolução lenta, então por que não tentar retardar ou, se possível evitar o surgimento de complicações que afetam a qualidade de vida dos idosos?

Como medidas de reabilitação, há quatro (4) tipos de terapias:

  • terapia de orientação para realidade: como a pessoa com a doença apresenta um déficit cognitivo, essa terapia auxilia trabalhando esses aspectos, através de estímulos intelectuais e de memória. É feita de maneira dinâmica e em grupos, geralmente com recursos audiovisuais.
  • terapia física: tem o objetivo de melhorar e proporcionar a manutenção das condições físicas, motoras e respiratórias.
  • terapia ocupacional: maximiza o desempenho para realização de atividades do cotidiano.
  • terapia ambiental: adapta o ambiente/instituição para facilitar a vida diária.
São ótimas as dicas! E para ver mais detalhes na íntegra, segue o link:  http://www.alzheimermed.com.br/tratamento/tratamento-nao-farmacologico

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Programa de Assistência aos Portadores da Doença de Alzheimer - conheça os seus direitos.

A pessoa com Doença de Alzheimer tem direitos concedidos pelo Ministério da Saúde (2002). Em 12 de abril de 2002 foi assinada a Portaria 703 instituindo o "Programa de Assistência aos Portadores da Doença de Alzheimer" que prevê a articulação entre o Ministério da Saúde e Secretarias dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Quais são os direitos estabelecidos pela Portaria?

  • Consultas para diagnóstico;
  • Atendimento na rede pública;
  • Atendimento em hospital-dia;
  • Atendimento hospitalar;
  • Visita domiciliar de profissionais da saúde;
  • Tratamento multidisciplinar;
  • Programa de orientação e treinamento para familiares;
  • Medicação gratuita.
Vale à pena conferir e estar atento a essa informação.

domingo, 13 de abril de 2014

Facilitando o dia-a-dia do portador e do cuidador - Atividades de Lazer

O Instituto de Memória traz um livreto com dicas para facilitar o dia-a-dia do cuidador e do portador do Alzheimer. Abaixo, segue algumas informações a respeito de atividades de lazer.

Diversos pesquisadores afirmam que contatos com plantas, flores, pequenos animais de estimação e outras atividades lúdicas têm poderes benéficos para os portadores de demência, principalmente para aqueles que apresentam agitação e agressividade. É preciso estimular, mas não esquecendo de supervisionar. Atividades como molhar plantas e mexer com terra, além de ter contato com animais, mas antes é bom conversar com o veterinário.

Em pessoas que ficaram viúvas uma atividade prazerosa é mostrar fotos antigas de família e amigos. Lembre-se de mostrar fotos de momentos agradáveis. Filmes antigos e fitas de vídeo também são uma boa pedida!

Reunir amigos antigos é útil, entretanto o cuidador precisa selecionar quem são esses amigos. Pois a pessoa com Alzheimer pode ter dificuldade na linguagem, então podem passar por momentos constrangedores, sendo assim é bom que os amigos saibam e entendam o que está acontecendo.

A cartilha completa está disponível na página do Instituto de Memória:





quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ESTUDO PUBLICADO ESSE MÊS DEMONSTRA MELHORA COGNITIVA DE IDOSOS

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia e publicado na última edição da revista Nature mostrou que pela primeira vez, um treino com um videogame customizado melhorou o desempenho não só na tarefa treinada pelo jogo mas em outras funções, como a memória de curto prazo.
O jogo foi denominado Neuroracer, e tinha duas funções:
A primeira era clicar rapidamente quando um círculo verde surgia na tela, mas não quando outros símbolos apareciam.
A segunda era manter um carro com jeito de fusquinha no centro da pista, enfrentando curvas e altos e baixos.
Foram avaliadas 174 pessoas de 20 a 79 anos. Nos testes cognitivos feitos antes e depois das quatro semanas de treinamento, os cientistas perceberam que os idosos tiveram desempenho até melhor do que o dos jovens que usaram o jogo só uma vez. Mas o melhor foi a constatação de que outras habilidades, como a capacidade de alternar a atenção, também melhoraram.

Mais uma vez, há a demonstração da melhora cognitiva dos idosos através do uso de jogos! É uma ótima dica!

A matéria publicada na Folha de São Paulo está na íntegra no link abaixo:

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Estratégias de Prevenção da Doença de Alzheimer

De acordo com a Academia Brasileira de Neurologia, há medidas gerais que ajudam a preservar a saúde mental e que diminuem o risco de a pessoa ter doença de Alzheimer! 



São elas:
  • Atividade mental regular e diversificada;
  • Atividade física regular;
  • Boa alimentação;
  • Bom sono;
  • Lazer;
  • Evitar maus hábitos: não fumar, beber com moderação;
  • Cuidados com a saúde física geral: tomar os medicamentos corretamente, ir ao médico regularmente.

Você pode saber mais sobre isso no link abaixo:

Sintomas sugestivos da Doença de Alzheimer, fique atento!!!

A Academia Brasileira de Neurologia apresentou ao seu público alguns sintomas importantes e que servem de alerta em relação a Doença de Alzheimer! 

De acordo com a publicação, na grande maioria dos casos o primeiro sintoma é a perda de memória para fatos recentes, e isso é de grande conhecimento do público. Porém, é de extrema importância frisar que esta perda de memória deve representar um declínio em relação ao funcionamento anterior, e que também deve ser de intensidade suficiente para interferir com o desempenho do indivíduo em suas atividades diárias. Portanto,  uma perda de memória leve e ocasional não deve ser valorizada da mesma forma.

Sendo assim, lá vão os principais sintomas:

  • Perda progressiva da memória, principalmente para eventos recentes;
  • Dificuldade de linguagem, tanto para compreender quanto para expressar-se (ex., dificuldade para encontrar palavras);
  • Dificuldade para realizar tarefas habituais;
  • Dificuldade de planejamento;
  • Desorientação no tempo e no espaço;
  • Dificuldade de raciocínio, juízo e crítica;
  • Em fases mais avançadas, dificuldade para lembrar-se de familiares e de amigos e para reconhecê-los;
  • Depressão;
  • Apatia;
  • Ansiedade;
  • Agitação, inquietação, às vezes, agressividade; muitas vezes com piora no final do dia;
  • Problemas de sono: troca o dia pela noite;
  • Delírios (pensamentos anormais, idéias de ciúme, perseguição, roubo, etc.);
  • Alucinações (alterações do pensamento e dos sentidos, como ver coisas que não existem);
  • Problemas motores, nas fases avançadas: dificuldade de locomoção, etc.;
  • Perda do controle das necessidades fisiológicas, nas fases avançadas
  • Dificuldade para deglutição, nas fases avançadas.

Essas orientações podem ser lidas na íntegra no link abaixo:
http://www.cadastro.abneuro.org/site/publico_alzheimer.asp



sexta-feira, 19 de julho de 2013

Pesquisas e Notícias sobre a Doença de Alzheimer

Este mês foram divulgadas, em vários sites, notícias sobre novos tratamentos que mostraram resultados importantes contra a Doença de Alzheimer, vale à pena conferir!




Esta reportagem mostrou que em dois pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de atrofiar como voltou a crescer. Em outros quatro pacientes, o processo de deterioração parou por completo.
Para tentar reverter o quadro degenerativo característico da Doença de Alzheimer, o pesquisador Lozano e sua equipe recorreram à estimulação cerebral, enviando impulsos elétricos para o cérebro através de eletrodos implantados.

A reportagem na íntegra está no link abaixo:

http://brasiliaempauta.com.br/artigo/ver/id/2294/nome/Pela_primeira_vez_Doenca_de_Alzheimer_e_revertida_em_paciente

O artigo científico da pesquisa pode ser conferido no link abaixo:

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ana.22089/abstract